terça-feira, 10 de novembro de 2020
quinta-feira, 5 de novembro de 2020
terça-feira, 29 de setembro de 2020
Festival de Cinema de Gramado completa 48 anos
O Festival de cinema de gramado completou 48 anos em 2020, a edição deste ano foi virtual. Foram selecionadas 47 obras para a mostra - 14 longas (7 brasileiros e 7 estrangeiros), 14 curtas brasileiros e 19 produções da mostra gaúcha.
Os homenageados este ano foram o ator Marco Nanini e a cineasta brasileira Laís Bodanski.
É a arte gerando empregos, fortalecendo a economia, além da própria cultura.
O longa pernambucano “King Kong en Asunción”, de Camilo Cavalcante, conquistou quatro Kikitos, entre eles o de Melhor Filme do 48º Festival de Cinema de Gramado. Andrade Júnior, o protagonista que infelizmente não chegou a ver a obra concluída porque faleceu em maio de 2019, foi reconhecido como Melhor Ator pela brilhante atuação do matador de aluguel que depois de cometer o último assassinato na região desértica de Salar de Uyuni se esconde no interior da Bolívia e em seguida decide ir atrás da filha que nunca conheceu. A produção passou por três países e contou com profissionais de cinco. “Estou muito muito surpreso. Eu acho que cinema e arte não são corrida de cavalo, que tem o melhor ou o pior. Todos os filmes que foram apresentados tem o seu valor. Sem a arte a gente não tem sobrevive ao peso da vida. Seguimos com a vontade de construir um país e uma América Latina mais igual, mais justa e mais afetuosa… A gente está vivendo um momento surreal, de violência e de falta de tolerância do ser humano”, comenta o diretor Camilo, emocionado. O filme leva o Kikito ainda na categoria Melhor Trilha Musical, prêmio para Shaman Herrera, que divide a estatueta com Salloma Salomão, de “Todos os Mortos”, e Melhor Filme eleito pelo júri popular
quinta-feira, 24 de setembro de 2020
terça-feira, 1 de setembro de 2020
segunda-feira, 17 de agosto de 2020
quarta-feira, 1 de julho de 2020
A Morte do CD
Em meados da década de 1990, o CD chegou no ápice de vendas no mundo, números e cifras astronômicas eram contabilizadas pelos grandes nomes da música mundial como Madonna (U.S.A.) mais ou menos 100 milhões de cds vendidos, Michael Jackson (U.S.A.) não se tem os números exatos, mas supõe-se que tenha vendido mais ou menos 500 milhões de CDs, sem contar outros 300 milhões de LPs, Pearl Jam (U.S.A.) mais ou menos 60 milhões de cópias, Pink Floyd (U.K.) mais ou menos 100 milhões de cópias, AC/DC (AUS) mais ou menos 100 milhões de cópias, Rolling Stones (U.K.) mais ou menos 130 milhões de cópias, entre outros.
Mas tudo isso logo começaria a mudar, e muito rápido, em 1998, foi criado o NAPSTER, que trouxe ao mundo a primeira plataforma que possibilitava baixar músicas pelo computador. Isto iniciou uma grande crise no mercado mundial de vendas do compact disc e consequentemente a crise se estendeu para as chamadas "Majors" ou grandes gravadoras internacionais que gravavam, divulgavam e distribuíam Lps e CDs para o mundo inteiro.
A partir do começo dos anos da década de 2000, começam a surgir outras plataformas de dowload e streaming, ou seja, distribuição gratuita de músicas, isto fez as vendas do CD físico caírem vertiginosamente ano a ano.
Entre 2005 e 2019, por incrível que pareça os artistas que mais vendiam CDs eram os independentes, ou seja, os artistas que não tinham uma grande mídia ligada às Majors para sua divulgação e nem faziam grandes tiragens de CDs, mas vendiam o disco em shows, feiras, etc.
A partir do início da década dos anos 2000, grandes artistas ficaram sem contrato, e tiveram que centrar forças na comercialização de shows ( apenas a gravadora Universal rompeu contratos com 150 artistas de vários países em 2003).
A partir de 2011 surgem plataformas mais modernas como Spotfy e Deezer, entre outras, que trabalham com venda de música através de dowload, ou apenas audição e paga direitos ao artistas, embora muitos artistas reclamem ser muito pouco o que pagam as plataformas. Em 2005 foi criado o Youtube, trazendo uma nova maneira de consumo de música, pois trazia o audiovisual, além de ouvir, o usuário poderia também assistir aos clips musicais, isto foi uma grande inovação na época e mais um grande golpe na indústria do CD. As plataformas musicais e mais o Youtube, distribui ultimamente milhões de músicas de todos os gêneros pelo mundo e transformaram-se em fonte de rendimento para milhares de artistas.
Assim, artistas, empresários, agentes e outros profissionais da área da música praticamente decretaram a morte do CD, diante até da falta de aparelhos que leiam o conteúdo dos compact discs.
Por tudo isso, o mercado musical passou e ainda passa por profundas mudanças e os artistas buscam se adequar a tais transformações para a sobrevivência da sua arte.
domingo, 21 de junho de 2020
A Indústria de Shows Musicais no Brasil
Muitos empregos são gerados por essa indústria além dos artistas, ela gera ocupação para diversas profissões, tais como produtores de shows, figurinistas, técnicos e engenheiros de som, produtores de palco, montadores de palco, motoristas, transportadores, eletricistas, técnicos eletrônicos, seguranças, luthiers, divulgadores, entre vários outros profissionais.
Quanto mais o show for maior, maior será também o número de profissionais envolvidos, para a a realização do Rock In Rio de 2019 por exemplo mais de 20 mil profissionais estavam envolvidos direta e indiretamente.
Mas no Brasil existe um desprezo pela cultura, sendo que muitos empregos são gerados por este campo da sociedade, muitas de nossas autoridades, principalmente do campo da política são desinformados são praticamente semi analfabetos referente a cultura. Apenas para se ter uma noção, nos E.U.A a PIB gerado pela cultura é 3 vezes maior que o gerado pela indústria automobilística.
Veja Clip ao vivo - U2 - With or Without you
https://www.youtube.com/watch?v=SZtsEY7AVMg
Fernandes.



