domingo, 31 de dezembro de 2017

Feliz 2018

Amigos,
Esse ano de 2017 o bicho pegou, tiramos rebarbas, faltou grana (para alguns, é claro, isso só vale para trabalhadores), muita gente sacana, mas também muita gente legal, e o bom disso tudo é que continuaremos na luta, mesmo estando em um país mal administrado, dominado por políticos ruins, educação desvalorizada (comandada por quem não tem educação e muito menos cultura), musica de gosto duvidoso e outras cositas más, mas a vida segue.
saudações musicais 

um grande 2018 a todos

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Série Música do Brasil - Moska

Paulinho Moska ou simplesmente Moska, como gosta de ser chamado iniciou na música ainda no início da década dos anos de 1980, cantando no grupo vocal "Garganta Profunda" em que lançou o LP "Orquestra de Vozes" em 1986. Em fins da mesma década atuou na banda "Os Inimigos do Rei" do hit "Uma Barata Chamada Kafka" que ficou conhecido em decorrência da execução de emissoras de rádio de todo o país. A partir dos anos da década de 1990 em carreira solo lança vários discos onde se consagra com diversos hits compostos ou gravados em parcerias ou sozinho. Tais como "Admito que Perdi" do álbum "Abrigo" de Marina Lima (1995) e "Relampiano" do Álbum "O Dia em Que Faremos Contato" de Lenine, entre outros.
Moska também transita entre os maiores músicos e artistas da América do Sul como o uruguaio Jorge Drexler, Johansen e Pedro Asnar.

Mais infos:
http://paulinhomoska.com.br/



terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Arábia Saudita libera cinema

Desde os anos da década de 1980, que na Arábia Saudita as exibições cinematográficas estavam proibidas em todo o país do oriente médio. Para essa proibição, os comandantes dessa nação muçulmana usaram o álibi de que o cinema poderia influenciar o povo saudita com outras culturas vindas do mundo afora e até religiões que poderiam ferir os costumes do islamismo. Também foram liberadas outras questões que atingem principalmente as mulheres, como por exemplo mulheres frequentarem estádios de futebol e terem trabalhos fora das esferas domésticas.

FM

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Cultura Revolucionária - CUFA

A CUFA - Central Única das Favelas - Fundada em 1999, atua nas esferas culturais, sociais, esportivas e políticas, foi criada a partir da união entre jovens de várias favelas do Rio de Janeiro.
A organização tem o Rapper MV Bill como um de seus fundadores, além dele a CUFA conta com a artista Nega Gizza, também do mundo do RAP, respeitada por sua atuação em diversas causas sociais.
O Hip Hop é a principal forma de expressão da CUFA que serve como ferramenta de expressão e inclusão social. Através de uma linguagem própria, a CUFA pretende ampliar suas formas e possibilidades de expressão e alcance. assim, difunde a conscientização das camadas desprivilegiadas da população com oficinas de capacitação profissional.
A CUFA age como pólo de produção cultural, não apenas no estado do Rio de Janeiro, mas também em diversas regiões brasileiras. Entre as atividades que a organização desenvolve estão cursos e oficinas de DJ, graffite, skate, informática, gastronomia e audiovisual.
A CUFA sobrevive de Apoios, parcerias e patrocínios, realiza o festival de rap HUTÚZ e a LIBRA - Liga de Basquete de Rua, através do esporte e da cultura luta pela "transformação social".





domingo, 5 de novembro de 2017

José Celso Martinez Corrêa

Nascido em março de 1937, José Celso Martinez Corrêa, teatrólogo, ator, diretor, ativista social, entre outras atividades, mantém o Teatro Oficina em plena atividade mesmo em tempos de parte do poder instituído e algumas instituições contra a cultura brasileira. É uma das pessoas mais conhecidas do teatro nacional, foi uma das personagens mais combativas na época em que a ditadura militar tinha as rédeas do poder no Brasil.
Antropofágico, tropicalista, inovador, são algumas das palavras que definem o trabalho de Zé Celso.
Detentor de vários prêmios, entre eles, vários de diretor teatral de 1964, ano em que aconteceu o golpe militar e iniciava-se nessa mesma época as perseguições ás obras culturais no país.
o diretor adaptou várias obras conhecidas mundialmente tais como  O Rei da vela de Oswald de Andrade e Na Selva das Cidades de Bertold Brecht.
Há 26 anos Zé Celso luta contra o grupo Silvio Santos que deseja a todo custo adquirir o Teatro Oficina para o empresário que almeja construir um Shopping Center no terreno.
Após a eleição de João Dória para comandar a prefeitura da cidade de São Paulo, as pressões para a venda do teatro Oficina aumentaram, e muito, mas Zé Celso mostra resistência, no embate o artista já ganhou o apoio de alguns nomes influentes como Marilena Chauí e Fernanda Montenegro.
José Celso afirma que o Teatro Oficina é tombado pelo CONDEPHAAT, instituição nacional responsável pelo tombamento de construções e locais históricos do país.
Segundo Celso, ignorantes sem noção de cultura, designados para comandar o Condephaat, assassinaram o patrimônio histórico, artístico, arqueológico do teatro Oficina, autorizaram a construção de torres no terreno do Teatro.
para o ator/diretor nasce assim a Rebelião dos artistas - Primavera Cultural do Brasil - 2017, e chama por todos os artistas para que defendam não apenas o Teatro Oficina, mas também a cultura nacional que vêm sendo atacada por fascistas que estão tanto dentro quanto fora dos governos municipal, estadual e federal.

blog do Zé Celso:
https://blogdozecelso.wordpress.com/



quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Apesar da crise, ano de 2016 mostra crescimento do cinema nacional

A ANCINE - Agência Nacional do Cinema, publicou no Observatório Brasileiro - OCA, os números do segmento cinematográfico brasileiro de exibição em 2016. O ano foi considerado bom para o mercado, com o crescimento de expectadores.
A quantidade de lançamentos, 143 filmes com 97 obras de ficção, é uma marca recorde para toda a história do cinema brasileiro, já o total de ingressos vendidos que atingiu a marca de 30.4 milhões é o melhor resultado desde o ano de 1984. A participação de público dos filmes nacionais chegou a 16,5%, contra 13% no ano anterior.
Também houve um crescimento do mercado de cinema no Brasil, que mostra forte resiliência frente à crise econômica. Os 184.3 milhões de bilhetes vendidos em 52 semanas cinematográficas representam crescimento real pelo oitavo ano consecutivo, com taxas muito expressivas nos 2 últimos anos de recessão.


Fonte:
ANCINE

FM
Cult

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Série Música do Brasil - Chico César

O músico Francisco César Gonçalves ou simplesmente Chico César, nascido em Catolé do Rocha- PB, é um dos maiores expoentes da música brasileira, formado em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba, iniciou sua carreira nas artes como poeta, iniciou sua carreira musical em 1985 em São Paulo. Em 1991 largou definitivamente o jornalismo para se dedicar à música após sere convidado para uma uma turné pela Alemanha. Em 1995 lançou seu primeiro disco "Aos Vivos" tornou-se internacionalmente conhecido através da música "Mama África" tendo seu clip homônimo premiado pela MTV brasil em 1997. Foi presidente da Fundação Cultural de João Pessoa em 2009 e secretário de cultura da Paraíba 2011/2014.

Discografia:






FM
Cult.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Editorial - Governo e Cultura

Os dois últimos anos não foram muito satisfatórios para a cultura brasileira em termos de realização profissional dos artistas de diversas áreas, os cortes de verbas e a visão do atual governo de que cultura é algo desprezível que pode ser deixado de lado, faz com que muitos campos da vida brasileira sofra um retrocesso, ou seja, se a cultura não tem valor nenhum na visão dos que comandam o país, assim também a educação pode também ser desvalorizada também por quem mais precisa dela para sair das condições em que se encontra ou até para alcançar objetivos de vida.
Os indivíduos que fazem parte do executivo nacional chegam a firmar que a cultura nada produz em termos de economia, que apenas consome recursos do tesouro nacional. Pois bem, essa é, na verdade uma grande falta de informação dessas pessoas que mandam no cenário político nacional, pois, deveriam ter o conhecimento de que por exemplo nos Estados Unidos e também no Brasil a cultura gera mais riquezas do que a indústria automobilística, entre outros a cultura gera milhares de empregos, a realização de shows, peças de teatro, sets de filmagens e apresentação de filmes em cinemas necessitam de muita mão de obra, isso deixando de lado a utilização de materiais diversos que são utilizados para a realização dessas obras culturais que acabam gerando mais dividendos para vários tipos de trabalhadores. Existem empresas de todo o mundo e de todo o país que sobrevivem da e pela cultura, gerando emprego e renda.
Na verdade falta a esses políticos a sensibilidade para governar, a desinformação dessas pessoas apenas pode levar o país a um grande caos sem saída que não obstante pode já estar instalado, pois não há povo nem país sem cultura.
Mas o ataque à cultura por pessoas sem cultura não pára por aí, são muitas as ações contra a cultura, como nos casos da tentativa de extinguir a Lei Rouanet e da censura à mostra de artes do Santander Cultural de Porto Alegre/RS, que cedeu às pressões de um grupelho embrião de fascismo que na verdade não tem muito o que fazer da vida, são como dondocas procurando algo. A cultura é livre, quem achar que não é legal, não assista, não visite e não se faça presente.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O novo rei do brega Rodrigo José fará show em São Paulo em 30 de setembro realizando lançamento do seu DVD - Rodrigo José ao vivo. A apresentação será no Teatro Bradesco que fica no Shopping Bourbon no bairro da Pompeia.

Os ingressos custam de R$ 60,00 a R$ 190,00

Vídeo ao vivo de "Desapareça" - Rodrigo José.

https://www.youtube.com/watch?v=auBayV6abQ0



terça-feira, 5 de setembro de 2017

Rodrigo José - Sucesso da Música Popular Bem Brasileira

O que alguns chamam de música brega - é verdadeiramente a música mais popular do Brasil. O cantor Rodrigo José tem em seu trabalho mais que influências dessa cultura que em outros tempos dominou o mercado fonográfico no Brasil.
Dono de um estilo calcado em artistas dos anos das décadas de 1970 e 80, como Odair José, Reginaldo Rossi, Vando, Ovelha, entre Outros Rodrigo José vai construindo sua consagração no quadro da cultura nacional.


A primeira vista ele parece estar deslocado no tempo, vivendo nos anos 70. Seu gosto musical e influências vão de Elvis Presley e James Brown até Odair José e Evaldo Braga. Apreciador do modo de vida simples da época, Rodrigo fala de amor com a mesma paixão e pureza de seus ídolos do passado.
Em suas canções ele é visceral e autentico. Revela sem receios suas fragilidades, desilusões e histórias de amor mais intimas. Cafona? Talvez. Ultrapassado? Nunca. Não se engane até ouvir Rodrigo José.
Seu som tem a juventude, a energia e o suingue que há muito tempo não ouviamos.
Retirado do Site Oficial www.rodrigojose.art.br
Nascido no dia de São José, Rodrigo sempre foi diferente de seus irmãos. Freqüentemente, enquanto eles jogavam bola e brincavam no quintal, o pequeno Rodrigo estava ouvindo músicas numa velha vitrola empoeirada, no porão de sua casa em Americana, São Paulo. Foi imerso nesse universo que o cantor teve seu primeiro contato com a música dita “cafona” dos anos 70. Discos de Odair José, Evaldo Braga, Paulo Sergio, Nelson Ned entre outros faziam parte da coleção familiar ouvida por ele.
A cidade onde ele nasceu e vivia também teve um papel importante na sua formação musical, uma vez que ali se faziam muito presentes a cultura e a música norte-americanas, transmitidas pelos filhos e netos dos imigrantes estadunidenses fundadores do município.
Foi ali que Rodrigo começou a se envolver com grupos musicais e artistas da cidade, e logo passou a conhecer o rock, blues, e soul norte-americanos, sem saber que mais adiante estas mesmas influencias ajudariam a moldar de forma definitiva sua maneira de fazer música.
Em suas mãos a sonoridade, energia e suingue da música americana dos anos 60 e 70, se fundem à música “cafona”, criando um som inusitado, popular e extremamente vigoroso.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Série Música do Brasil - Zeca Baleiro

ZECA BALEIRO

Nasceu em 11 de abril de 1966 em São Luis no Maranhão.
Músico eclético, com misturas de todas as vertentes da música brasileira, Um artista de composições sólidas de letras sobre os mais diversos campos da vida humana.
Cantor, compositor, produtor e apresentador de TV (programa Baile do Baleiro - TV Brasil), além de dedicar-se à literatura e ao teatro.
Excursionou por vários países (Bélgica, França, Itália, Portugal, Espanha, Alemanha, Uruguai e Argentina), além de ter álbuns distribuídos por vários países como Argentina, Espanha e França.
Zeca Baleiro desfila várias canções pelo rádio, TV e internet (mesmo com o pouco espaço para a música de qualidade no Brasil), e possui vários hits construídos em seus anos de carreira de reconhecimento.

DISCOGRAFIA:

Onde Andará Stephen Fry?     1997
Vô Imbolá       1999
Líricas     2000
Perfil (coletânia)    2002
Pet Shop Mundo Cão     2002
Raimundo Fagner e Zeca Baleiro    2003
DVD Pet Shop Mundo Cão    2003
Baladas do Asfalto e Outros Blues    2005
DVD Raimundo Fagner e Zeca Baleiro    2005
DVD Líricas    2005
DVD Baladas do asfalto e Outros Blues   2006
DVD Vô Imbolá    2006
Lado Z    Vol1    2007
O Coração do Homem Bomba   Vol 1   2008
O Coração do Homem Bomba    Vol 2  2008
DVD O Cora~ção do Homem Bomba   2009
Concerto     2010
Livro - Bala na Agulha    2010
Livro - Vida é Um Souvenir Made in Hong
Kong - Livro de Canções     2011
Lado Z  Vol. 2   2012
O Disco do Ano    2012
Calma aí Coração CD e DVD   2014
Zoró (bichos esquisitos)  Vol 1   2014
Zeca Baleiro canta Zé Ramalho - Chão de Giz
CD e DVD    2015
Era Domingo   2016
DVD A viagem da Família Zoró    2016




Algumas informações foram retiradas de:









quinta-feira, 11 de maio de 2017

Série Música do Brasil - Lenine

Lenine é um dos maiores nomes da música brasileira.

Com mais de 30 anos de carreira, dez discos lançados, com canções gravadas por grandes nomes da música nacional e internacional. Ganhou 5 prêmios Grammy latino, 2 APCA e 9 prêmios da música brasileira. Já se apresentou em dezenas de países, participou de festivais na Dinamarca, Inglaterra, Espanha, Canadá e França, entre outros.
Estudou Engenharia Química, mas não terminou o curso, para dedicar-se à música.
Em 1981, participou do festival MPB 81.
Em 1983, gravou com Lula Queiroga seu primeiro LP - Baque Solto (Polygram), também trabalhou como violonista do cantor Danilo Caymmi.
Em 1993, lança o disco Olho de Peixe (Velas), disco aclamado pela crítica que proporcionou shows pelos EUA, Europa e Ásia.
Em 1997, lança o disco O Dia em Que Faremos Contato, que obteve canções sendo executadas por emissoras de rádio e TV por todo o país.

DISCOGRAFIA:

 Baque Solto - 1983
 Olho de Peixe - 1993
O Dia em Que Faremos Contato - 1997
Na Pressão - 1999
Falange Canibal - 2002
Lenine Incité - 2004
Lenine Acústico MTV - 2006
Labiata - 2008
Lenine.doc Trilhas - 2010
Chão - 2011
Cantautor - 2013
Carbono - 2014

https://www.youtube.com/watch?v=r6rLWBlhLkM

 

terça-feira, 14 de março de 2017

Clube Caiubi - Com R$ 8,00 - Se pode assistir a vários compositores em uma única noite.

O Clube Caiubi de compositores, fundado há 15 anos, na rua Caiubi no bairro da Lapa em São Paulo, tem como sócios vários compositores brasileiros que se apresentam uma vez por mês no Clube do Vinil na Vila Madalena na capital paulistana. Entre os sócios do Caiubi estão os compositores Vlado Lima, Edvaldo Santana, Kleber Albuquerque, entre muitos outros que estão em início de carreira ou divulgando seus trabalhos já realizados.
O Clube Caiubi, tem seus encontros de compositores que há um tempo era realizado todas as segundas feiras, mas a partir deste ano passou a ser mensal e sempre acontece com apresentação dos compositores homenageados e/ou convidados, além do palco aberto para quem quiser mostrar suas canções de cunho autoral.

Clube Caiubi de compositores.

Onde- Clube do Vinil
Endereço- Rua Mourato Coelho, 585 - São Paulo - SP
Quanto- $8
exigência- Que os compositores apresentem músicas autorais.
Próximo encontro- 15/04/2017 - Sábado.
Quem pode frequentar- Qualquer pessoa.


domingo, 26 de fevereiro de 2017

Editorial

         O ano de 2016 para a cultura não foi dos melhores, pois, com a crise financeira das esferas federal, estadual e municipal dos governos, fez com que fossem retirados muitos recursos financeiros para o investimento na área artística e isso fez com que a cultura do país inteiro entrasse em uma espiral de recuo em relação ao número de apresentações e disponibilidade ao público, isso em todas as modalidades, tanto na música, artes cênicas, mostras culturais, entre outras.
         Em se tratando de mídia a música mais tocada, segundo pesquisas (que ficamos sabendo apenas depois de terminadas), foi a sertaneja com 75% de participação do tempo de execução nas emissoras. Isso quer dizer que não existe a tal democracia tão falada pela própria mídia, pois, sabemos que quem manda é o poder financeiro, principalmente em países subdesenvolvidos, como é o caso do Brasil. E ainda para piorar a falta de equilíbrio e oportunidades para os artistas que não fazem parte dos grandes grupos ou das classes menos abastadas, temos o jabá que ao invés de ser combatido depois de criminalizado pela Câmara Federal em meados dos anos da década de 2000, ao contrário tem crescido sua prática pelas grandes emissoras de rádio e televisão.
         Mas apesar dos pesares e fora das pesquisas oficiais uma parte considerável da cultura brasileira (não aquela da grande mídia) obteve um pequeno crescimento em 2016, alguns estados, segundo o Playax, empresa virtual que faz a contagem de músicas tocadas em emissoras de rádio, sites de vídeo e venda de música e disponibilidade de audição de fonogramas no Brasil.
         Sendo assim, há uma pequena esperança de que nem tudo está perdido em termos de cultura nacional brasileira, ou pelo menos em se tratando de diversidade ou de difusão de todos os estilos e campos da cultura do Brasil.
         Esperamos que em 2017, exista mais equilíbrio para divulgação de toda a cultura nacional, que não seja para apenas àqueles que pagam, mas para todos os que criam, e que o famigerado jabá não seja lei universal, ou que pelo menos diminua o mínimo possível.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

MPB na zona norte de São Paulo

Em meio aos estilos musicais midiáticos, um dos bares da zona norte de São Paulo arrisca ter MPB aos domingos. Há muitos anos saía-se à noite na cidade de São Paulo e em cada esquina praticamente tinha uma casa noturna ou bar que apresentava-se músicos que tocavam MPB, hoje dificilmente encontra-se nesta mesma capital um bar que toque esse estilo, principalmente na zona norte da cidade. é em meio essa "crise" musical que o bar Boteco Mandaqui II aposta no antigo estilo.