quarta-feira, 17 de julho de 2013
A música que a grande mídia intitula de "brega" também está fora do lugar, ou seja, na visão midiática tudo que está fora das grandes redes de televisão é brega, mas analisando a questão mais profundamente surge uma pergunta: será que o que está posando e tocando na grande mídia hoje não é mais brega do aquilo que eles mesmos chamam de brega?
terça-feira, 14 de maio de 2013
CONCESSÕES PÚBLICAS
A mídia no Brasil repousa sobre extrema tranquilidade, pode ser que pelo fato de a educação ainda não conseguir cumprir o seu papel porque não informa e não levanta discussões sobre a sociedade brasileira, sendo assim não existem debates sobre quais são as obrigações dos grandes veículos de comunicação, estes agem livremente sem nenhum tipo de crítica ou análise.
As empresas de comunicação possuem a obrigação de atuar a favor da cultura, mas no Brasil não é o que se vê, elas buscam apenas o lucro incessante e pelo caminho mais fácil, fortalecem os jabás, os pseudo artistas, as músicas de letras fáceis, a anticultura, as piores tendências, e o pior culpabilizam sempre a educação e os setores públicos pelo derretimento das instituições que estruturam a sociedade, ou como o velho Marx afirmava que "Tudo que é sólido derrete no ar".
Um órgão de mídia não tem moral para defender a ética na política e o combate à corrupção se aceita propina das grandes gravadoras para levar ao ar as produção dessas majors, sendo que o jabá e considerado crime, então como podem essas emissoras que o aceitam, afirmar que são contra o crime e lutam por uma sociedade menos violenta?
Em 2017, vencerá a concessão pública da Globo, a cada dez anos é preciso renová-, a última foi em 2007, mas o governo Lula, assinou a concessão sem discussão com a sociedade, que tal discutirmos dessa vez?
A mídia no Brasil repousa sobre extrema tranquilidade, pode ser que pelo fato de a educação ainda não conseguir cumprir o seu papel porque não informa e não levanta discussões sobre a sociedade brasileira, sendo assim não existem debates sobre quais são as obrigações dos grandes veículos de comunicação, estes agem livremente sem nenhum tipo de crítica ou análise.
As empresas de comunicação possuem a obrigação de atuar a favor da cultura, mas no Brasil não é o que se vê, elas buscam apenas o lucro incessante e pelo caminho mais fácil, fortalecem os jabás, os pseudo artistas, as músicas de letras fáceis, a anticultura, as piores tendências, e o pior culpabilizam sempre a educação e os setores públicos pelo derretimento das instituições que estruturam a sociedade, ou como o velho Marx afirmava que "Tudo que é sólido derrete no ar".
Um órgão de mídia não tem moral para defender a ética na política e o combate à corrupção se aceita propina das grandes gravadoras para levar ao ar as produção dessas majors, sendo que o jabá e considerado crime, então como podem essas emissoras que o aceitam, afirmar que são contra o crime e lutam por uma sociedade menos violenta?
Em 2017, vencerá a concessão pública da Globo, a cada dez anos é preciso renová-, a última foi em 2007, mas o governo Lula, assinou a concessão sem discussão com a sociedade, que tal discutirmos dessa vez?
quarta-feira, 6 de março de 2013
Mundo Frenético
O mundo consumista em sua luta frenética pela extinção do pensamento nesses tempos modernos fez com que um vazio inexplicável se instalasse na vida da maioria das pessoas e isso tem se refletido em todas as sociedades ocidentais.
O grande "Deus" dos nossos tempos, ou seja, o consumo se mantém em alta, enquanto o planeta juntamente com os seres humanos e os outros habitantes da terra descem a ladeira em direção ao ralo da exploração da dominação e da alienação.
Em meio ao caos organizado das mentes acorrentadas e enfileiradas que desfilam no compasso de um ritmo pasteurizado pela mídia, coitado de quem não se deixa levar pelos padrões do consumismo, este é demonizado e taxado como arcaico, fora de moda, chato, atrasado, arrogante e ditador, em outras palavras quem não se prostitui pelas mercadorias dos shoppings centers, na visão do capitalismo atual, simplesmente não tem direito à vida.
O grande "Deus" dos nossos tempos, ou seja, o consumo se mantém em alta, enquanto o planeta juntamente com os seres humanos e os outros habitantes da terra descem a ladeira em direção ao ralo da exploração da dominação e da alienação.
Em meio ao caos organizado das mentes acorrentadas e enfileiradas que desfilam no compasso de um ritmo pasteurizado pela mídia, coitado de quem não se deixa levar pelos padrões do consumismo, este é demonizado e taxado como arcaico, fora de moda, chato, atrasado, arrogante e ditador, em outras palavras quem não se prostitui pelas mercadorias dos shoppings centers, na visão do capitalismo atual, simplesmente não tem direito à vida.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
FORA DE LUGAR
FORA DO LUGAR
Fora do lugar ou de lugar é tudo aquilo que não está condizente com o padrão idealizado por algumas pessoas, nos tempos "modernas" atuais é tudo o que não faz parte do mercado, do consumismo da produção de lixo em alta escala, não serve como mão de obra e outras cositas más. Mas acho que podemos não estar na moda mas não compactuamos com um mundo vazio e efêmero, mas se estamos certos? não sei.
Fora do lugar ou de lugar é tudo aquilo que não está condizente com o padrão idealizado por algumas pessoas, nos tempos "modernas" atuais é tudo o que não faz parte do mercado, do consumismo da produção de lixo em alta escala, não serve como mão de obra e outras cositas más. Mas acho que podemos não estar na moda mas não compactuamos com um mundo vazio e efêmero, mas se estamos certos? não sei.
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