sábado, 23 de setembro de 2017

Fernandes - Nova Música Brasileira









terça-feira, 19 de setembro de 2017

Editorial - Governo e Cultura

Os dois últimos anos não foram muito satisfatórios para a cultura brasileira em termos de realização profissional dos artistas de diversas áreas, os cortes de verbas e a visão do atual governo de que cultura é algo desprezível que pode ser deixado de lado, faz com que muitos campos da vida brasileira sofra um retrocesso, ou seja, se a cultura não tem valor nenhum na visão dos que comandam o país, assim também a educação pode também ser desvalorizada também por quem mais precisa dela para sair das condições em que se encontra ou até para alcançar objetivos de vida.
Os indivíduos que fazem parte do executivo nacional chegam a firmar que a cultura nada produz em termos de economia, que apenas consome recursos do tesouro nacional. Pois bem, essa é, na verdade uma grande falta de informação dessas pessoas que mandam no cenário político nacional, pois, deveriam ter o conhecimento de que por exemplo nos Estados Unidos e também no Brasil a cultura gera mais riquezas do que a indústria automobilística, entre outros a cultura gera milhares de empregos, a realização de shows, peças de teatro, sets de filmagens e apresentação de filmes em cinemas necessitam de muita mão de obra, isso deixando de lado a utilização de materiais diversos que são utilizados para a realização dessas obras culturais que acabam gerando mais dividendos para vários tipos de trabalhadores. Existem empresas de todo o mundo e de todo o país que sobrevivem da e pela cultura, gerando emprego e renda.
Na verdade falta a esses políticos a sensibilidade para governar, a desinformação dessas pessoas apenas pode levar o país a um grande caos sem saída que não obstante pode já estar instalado, pois não há povo nem país sem cultura.
Mas o ataque à cultura por pessoas sem cultura não pára por aí, são muitas as ações contra a cultura, como nos casos da tentativa de extinguir a Lei Rouanet e da censura à mostra de artes do Santander Cultural de Porto Alegre/RS, que cedeu às pressões de um grupelho embrião de fascismo que na verdade não tem muito o que fazer da vida, são como dondocas procurando algo. A cultura é livre, quem achar que não é legal, não assista, não visite e não se faça presente.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O novo rei do brega Rodrigo José fará show em São Paulo em 30 de setembro realizando lançamento do seu DVD - Rodrigo José ao vivo. A apresentação será no Teatro Bradesco que fica no Shopping Bourbon no bairro da Pompeia.

Os ingressos custam de R$ 60,00 a R$ 190,00

Vídeo ao vivo de "Desapareça" - Rodrigo José.

https://www.youtube.com/watch?v=auBayV6abQ0



terça-feira, 5 de setembro de 2017

Rodrigo José - Sucesso da Música Popular Bem Brasileira

O que alguns chamam de música brega - é verdadeiramente a música mais popular do Brasil. O cantor Rodrigo José tem em seu trabalho mais que influências dessa cultura que em outros tempos dominou o mercado fonográfico no Brasil.
Dono de um estilo calcado em artistas dos anos das décadas de 1970 e 80, como Odair José, Reginaldo Rossi, Vando, Ovelha, entre Outros Rodrigo José vai construindo sua consagração no quadro da cultura nacional.


A primeira vista ele parece estar deslocado no tempo, vivendo nos anos 70. Seu gosto musical e influências vão de Elvis Presley e James Brown até Odair José e Evaldo Braga. Apreciador do modo de vida simples da época, Rodrigo fala de amor com a mesma paixão e pureza de seus ídolos do passado.
Em suas canções ele é visceral e autentico. Revela sem receios suas fragilidades, desilusões e histórias de amor mais intimas. Cafona? Talvez. Ultrapassado? Nunca. Não se engane até ouvir Rodrigo José.
Seu som tem a juventude, a energia e o suingue que há muito tempo não ouviamos.
Retirado do Site Oficial www.rodrigojose.art.br
Nascido no dia de São José, Rodrigo sempre foi diferente de seus irmãos. Freqüentemente, enquanto eles jogavam bola e brincavam no quintal, o pequeno Rodrigo estava ouvindo músicas numa velha vitrola empoeirada, no porão de sua casa em Americana, São Paulo. Foi imerso nesse universo que o cantor teve seu primeiro contato com a música dita “cafona” dos anos 70. Discos de Odair José, Evaldo Braga, Paulo Sergio, Nelson Ned entre outros faziam parte da coleção familiar ouvida por ele.
A cidade onde ele nasceu e vivia também teve um papel importante na sua formação musical, uma vez que ali se faziam muito presentes a cultura e a música norte-americanas, transmitidas pelos filhos e netos dos imigrantes estadunidenses fundadores do município.
Foi ali que Rodrigo começou a se envolver com grupos musicais e artistas da cidade, e logo passou a conhecer o rock, blues, e soul norte-americanos, sem saber que mais adiante estas mesmas influencias ajudariam a moldar de forma definitiva sua maneira de fazer música.
Em suas mãos a sonoridade, energia e suingue da música americana dos anos 60 e 70, se fundem à música “cafona”, criando um som inusitado, popular e extremamente vigoroso.