Poeta paranaense, nascido na cidade de Curitiba em 1944, faleceu em 1989, mas deixou ao mundo das letras e das artes muita coisa escrita desde os 8 anos de idade.
Impactado nos anos da década de 1960 pelos valores contraculturais. Tinha como traço marcante de sua personalidade o prazer pela polêmica. Era um indivíduo provocador que motivava a críticas frequentes.
Em 1968, Leminski conheceu Alice Ruiz, também poeta com quem teve 3 filhos; Miguel, Área e Estrela e um convívio de aproximadamente 20 anos.
Paulo parece ter curtido saborosamente os aspectos sadiamente irresponsáveis de sua época e sua geração, abandonou o curso de Direito e o de Letras, morou em comunidades e sobreviveu como professor de redação e cursinhos de Curitiba.
O poeta se especializou em História da colonização holandesa no Brasil para escrever Catatau, que publicou em 1975.
Em meados dos anos da década de 1970 já não era professor, pois tinha começado a trabalhar em agências de publicidade. Ao mesmo tempo colaborava e editava diversas revistas de poesia experimentais e independentes.
Inicia na composição de canções para a MPB em contato com Gilberto Gil, Caetano veloso, Tom Zé e Moraes Moreira, além do cineasta Glauber Rocha e do escritor e compositor Jorge Mautner.
A partir de 1977, concentra-se em suas atividades jornalísticas e publicitárias. Os problemas de saúde de seu filho mais velho Miguel, exigem que ele e Alice aumentem a renda familiar. A morte desse filho, em 1979, de leucemia, foi muito sentida pelo casal e parece ter contribuído para que o poeta tenha voltado a beber no ano seguinte.
Através da MPB, finalmente em 1983 o mercado editorial abre-lhe as portas, pela editora Brasiliense, e no mesmo ano publica três livros: Cruz e Souza - O negro branco, Bashô - A lágrima do peixe e Caprichos e Relaxos, que teve uma vendagem extraordinária, esgotando seguidas edições e sendo inclusive reeditado, sob licença em 1988, pelo Círculo do Livro, uma editora de caráter mercadamente comercial.
Leminski atuou também como tradutor nas obras - Pergunte ao Pó, de John Fante (1984), Sol e Aço, de Yukio Mishima (1985), O Supermacho, de Alfred Jerry (1985), Giacomo Joyce, de James Joyce (1985) e Satiricon (1985).
Em 1984, Paulo Leminski lança o seu segundo romance: Agora é Que São Elas.
Ainda em 1984, é lançado o seu terceiro ensaio-biografia "Jesus a.C"
Em 1985, lança em parceria com Alice Ruiz, o livro de poemas Haitropikais. No ano seguinte é publicada a tradução de Malone Morre, de Samuel Beckett.
Distraídos Venceremos, último livro de poemas de Leminski publicado em vida, é lançado em 1987, Também neste ano separa-se de Alice Ruiz.
Muda-se para São Paulo em 1989.
Nossa Linguagem, ensaio sobre a linguagem curitibana, publicado na revista Leite Quente revista voltada aos aspectos culturais do Paraná, acabou se tornando a última publicação do autor em vida.
Paulo Leminski morre em 07 de junho de 1989.
La Vie en Close vem à público em 1991, Uma Carta Uma Brasa Através: Cartas a Régis Bonvicino é lançado em 1992 pela editora Iluminuras de São Paulo.
Paulo leminski foi e é um dos maiores poetas do mundo, além de compositor, o filho do Paraná, juntamente com outros grandes ajudou a elevar e levar pelo mundo a arte e a poesia da nossa lingua.
FM
2018
domingo, 25 de novembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Editorial - A resistência da Cultura
Sempre que aconteceram retrocessos na história a cultura estava lá para resistir e impedir que os avanços conquistados fossem anulados, isso em qualquer parte do mundo.
A atual onda de conservadorismo que atingiu em cheio vários países do mundo, devido às crises sucessivas do capitalismo, traz à tona preconceitos, ameaças de totalitarismos, ditaduras e enfraquecimento da cultura com a retirada de verbas da produção cultural.
Mas nem tudo está perdido, mesmo em um cenário obscuro e com tantos defensores da obscuridade e do atraso agindo em nome da tal da "moral e dos bons costumes", apoiando a caça dos que resistem à volta ao passado.
A cultura sempre resistiu aos ataques mais ferozes do conservadorismo. No Brasil na época da ditadura militar (1964 - 1985), artistas envolvidos com a resistência e a crítica ao regime totalitário daquela época representaram uma trincheira em defesa da cultura brasileira e do direito de livre expressão.
Artistas como Hélio Oiticica, Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Raul Seixas, entre outros tantos, tiveram sua arte voltada ao combate da cessação dos direitos civis, políticos e sociais.
Esses artistas tiveram que sair do Brasil por pressão do governo da ditadura militar que entre outros métodos escusos usava a tortura como meio de combate às oposições do regime.
A cultura está presente e não abre mão das liberdades de expressão, mesmo que para isso tenha que transformar se novamente em arte de trincheira de de combate, uma arte engajada em defender os direitos dos atraques conservadores tão presentes nos dias atuais.
Da Servidão à Liberdade.
J.J.Rousseau.
FM
A atual onda de conservadorismo que atingiu em cheio vários países do mundo, devido às crises sucessivas do capitalismo, traz à tona preconceitos, ameaças de totalitarismos, ditaduras e enfraquecimento da cultura com a retirada de verbas da produção cultural.
Mas nem tudo está perdido, mesmo em um cenário obscuro e com tantos defensores da obscuridade e do atraso agindo em nome da tal da "moral e dos bons costumes", apoiando a caça dos que resistem à volta ao passado.
A cultura sempre resistiu aos ataques mais ferozes do conservadorismo. No Brasil na época da ditadura militar (1964 - 1985), artistas envolvidos com a resistência e a crítica ao regime totalitário daquela época representaram uma trincheira em defesa da cultura brasileira e do direito de livre expressão.
Artistas como Hélio Oiticica, Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Raul Seixas, entre outros tantos, tiveram sua arte voltada ao combate da cessação dos direitos civis, políticos e sociais.
Esses artistas tiveram que sair do Brasil por pressão do governo da ditadura militar que entre outros métodos escusos usava a tortura como meio de combate às oposições do regime.
A cultura está presente e não abre mão das liberdades de expressão, mesmo que para isso tenha que transformar se novamente em arte de trincheira de de combate, uma arte engajada em defender os direitos dos atraques conservadores tão presentes nos dias atuais.
Da Servidão à Liberdade.
J.J.Rousseau.
FM
domingo, 14 de outubro de 2018
Virada Cultural da Cidade de São Paulo 2019
A Virada Cultural da cidade de São Paulo está programada para acontecer nos dias 19 e 20 de maio de 2019, patrocinada e organizada pela prefeitura da capital paulista, a Virada terá tanto atrações nacionais, quanto internacionais, os formulários de inscrições já estão disponíveis on line e nesse primeiro momento apenas serão aceitas inscrições pela internet e vão até dia 20 de novembro de 2018.
É possível ter ou não alguma representação jurídica, como: Microempreendedor Individual (MEI); Empresário Individual (E.I.); Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI); Sociedade Empresária Limitada (S.E. Ltda.); Sociedade Simples Limitada (S.S. Ltda.); Sociedade Anônima (S.A.) ou Cooperativa.
Segundo o site oficial, ”o objetivo deste chamamento é ampliar ainda mais a pluralidade da Virada Cultural, sendo esta uma das características mais marcantes deste evento. Serão analisadas propostas de quaisquer áreas da cultura: música popular e erudita, dança, circo, cinema, teatro, artes visuais, gastronomia, espetáculo infantil, cultura popular, artistas de rua etc. e direcionadas para públicos de todas as idades”.
Para acessar o formulário online clique aqui.
Fonte: Cultura e mercado
FM
É possível ter ou não alguma representação jurídica, como: Microempreendedor Individual (MEI); Empresário Individual (E.I.); Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI); Sociedade Empresária Limitada (S.E. Ltda.); Sociedade Simples Limitada (S.S. Ltda.); Sociedade Anônima (S.A.) ou Cooperativa.
Segundo o site oficial, ”o objetivo deste chamamento é ampliar ainda mais a pluralidade da Virada Cultural, sendo esta uma das características mais marcantes deste evento. Serão analisadas propostas de quaisquer áreas da cultura: música popular e erudita, dança, circo, cinema, teatro, artes visuais, gastronomia, espetáculo infantil, cultura popular, artistas de rua etc. e direcionadas para públicos de todas as idades”.
Para acessar o formulário online clique aqui.
Fonte: Cultura e mercado
FM
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Editorial - O Desprezo Pela Cultura
Os que mandam no Brasil deram uma demonstração de que realmente não estão muito preocupados pelo que acontece com a cultura nacional e sim que se preocupam mais com negociatas, grandes construções, mesmo que essas não venham servir para grandes coisas.
Em 1990 quando Fernando Collor de Mello assumiu a presidência do país, deixou bem clara sua visão sobre a cultura afirmando que "não servia para nada", assim provava-se que a maioria dos políticos brasileiros não sabem o que ou o que significa a cultura, ou seja por desinformação ou por falta de vontade mesmo.
O incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro, diga-se de passagem "um dos mais antigos do país", deixou bem claro que a cultura não faz parte das prioridades da maioria dos que possuem altos cargos políticos e que são mantidos com salários altíssimos pagos com dinheiro público, que enchem as burras de quem na verdade não merece nem um pouco comandar ou controlar nenhuma instituição, ministério ou seja lá o que for.
Mal sabem que sem cultura um país não existe, que a cultura gera empregos e fortalece a economia, que um povo sem cultura é povo sem um futuro.
Em 1990 quando Fernando Collor de Mello assumiu a presidência do país, deixou bem clara sua visão sobre a cultura afirmando que "não servia para nada", assim provava-se que a maioria dos políticos brasileiros não sabem o que ou o que significa a cultura, ou seja por desinformação ou por falta de vontade mesmo.
O incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro, diga-se de passagem "um dos mais antigos do país", deixou bem claro que a cultura não faz parte das prioridades da maioria dos que possuem altos cargos políticos e que são mantidos com salários altíssimos pagos com dinheiro público, que enchem as burras de quem na verdade não merece nem um pouco comandar ou controlar nenhuma instituição, ministério ou seja lá o que for.
Mal sabem que sem cultura um país não existe, que a cultura gera empregos e fortalece a economia, que um povo sem cultura é povo sem um futuro.
Argentina Lidera esforços para a recuperação do Museu Nacional do Rio
A Argentina deu o pontapé para a criação de um grupo de trabalho que terá como objetivo avaliar as alternativas de assistência técnica e identificar objetos de coleções que estejam vinculados com a história brasileira e possam ser emprestados ao novo Museu Nacional do Rio de Janeiro. Além disso, a Secretaria-Geral Ibero-Americana dará apoio técnico e financeiro através do Ibermuseus, um programa de cooperação para "a promoção e articulação de políticas públicas" no âmbito dos museus.
Dá-lhe políticos brasileiros!!!!!
FM
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Produtores do RJ criam associação para produção cultural no estado.
Empresários de diferentes áreas lançaram nesta terça-feira (31),
no Rio de Janeiro, a Apresenta Rio, associação dos promotores de eventos do
setor de entretenimento. A iniciativa tem como premissa reunir representantes
do segmento para debater, formatar ações e buscar soluções para temas
prioritários e interesses na área de organização de eventos de esporte, cultura
e outras finalidades.
O evento de lançamento aconteceu no restaurante Assador, no Aterro
do Flamengo, e contou com a presença de aproximadamente 200 convidados de
diferentes áreas, além de órgãos e entidades ligados ao setor.
“O setor do entretenimento é o principal vetor de atração de
turistas, de geração de empregos e de investimentos na economia do estado do
Rio. Apesar do país realizar grandes eventos, possuir inúmeros atrativos e uma
vocação natural, o entretenimento como indústria, em geral, ainda é um setor
muito jovem no Brasil. O legado dos grandes eventos trouxe aprendizado,
promoção e realizações, mas um futuro de continuidade e prosperidade dependerá
de como iremos atuar para mantermos essa chama acesa”, disse Pedro Guimarães,
diretor da Apresenta Rio.
Com um perfil diversificado de participantes, que engloba a
presença de promotores de eventos, profissionais independentes, fornecedores,
patrocinadores, agências de marketing e publicidade, espaço de eventos e outras
entidades, a Apresenta Rio quer com suas iniciativas fomentar a cadeia do
turismo e melhorar o cenário de atuação, além de reforçar a rede de
relacionamentos e parcerias. A instituição também nasce com a missão de buscar
a melhoria contínua no ambiente de negócios e uma relevante representatividade
institucional do setor.
Mais informações: www.apresentario.com.br.
Fonte: mercado e eventos
www.mercadoeeventos.com.br
FM
terça-feira, 31 de julho de 2018
Festival Johnny Rock em MG
O festival Johnny Rock de Minas Gerais, aconteceu em uma noite fria em São Thomé das Letras, com a apresentação de vários artistas, tanto da região como de outras cidades e até estados. Um pequeno festival que conseguiu resgatar o espírito dos antigos festivais de música que aconteciam longe das cidades. o Johnny Rock realizou-se em um clima cultural e de liberdade que é isso que é a verdadeira intenção das festas e apresentações musicais de artistas que não são comerciais ou que estão fora da grande mídia, Assim se realizou um dos festivais mais honestos do Brasil, sem um grande comercialismo em que a música, a liberdade e a cultura é que foram importantes.
Em 2019, o Johnny Rock está certíssimo para acontecer novamente,
Até breve!!!
FM.
Em 2019, o Johnny Rock está certíssimo para acontecer novamente,
Até breve!!!
FM.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Festival Johnny Rock - MG, acontece neste sábado 30/06
Neste sábado 30/06, acontecerá na cidade de São Thomé das Letras em Minas Gerais, o Festival de música e artes Johnny Rock, que terá cerca de 10 atrações de várias partes do Brasil além dos representantes da própria cidade.
Entre as atrações está a banda A Casa de São Paulo que interpreta covers do bom e velho rock n' roll, entre os artistas que a banda toca estão os nacionais IRA!, Legião Urbana e 365. além dos internacionais David Bowie, Ramones e The Police. Outro estará presente é a banda Urutu Banguela da própria cidade de São Thomé das Letras, com um seu hard rock nervoso.
Sebastião Camilo Tilbik é um artista mineiro que nasceu em São Thomé das letras, cantor e compositor é muito conhecido na região.
A banda Host é original da cidade de Pouso Alegre - MG, toca um pop rock de alta qualidade.
A banda Choko Freaks é original de São Paulo, mas em 2015, arrumou todas as suas coisas e foi de mala e cuia para a cidade de São Thomé das letras, até então já tinha um público formado na capital paulista, mas nos últimos dois anos tem se apresentado por praticamente toda a região, além de realizar shows nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.
A banda Candeia de Reggae é a mais denominada dentro do mundo Roots.
Fernandes - MPB - Rock, com três discos lançados e com público crescente e músicas tocadas por algumas emissoras de rádio do Brasil como é o caso das baladas "Marcas" e "Cotidiano e Queda"
Serão 8 horas ininterruptas de música para um público bem eclético.
Entre as atrações está a banda A Casa de São Paulo que interpreta covers do bom e velho rock n' roll, entre os artistas que a banda toca estão os nacionais IRA!, Legião Urbana e 365. além dos internacionais David Bowie, Ramones e The Police. Outro estará presente é a banda Urutu Banguela da própria cidade de São Thomé das Letras, com um seu hard rock nervoso.
Sebastião Camilo Tilbik é um artista mineiro que nasceu em São Thomé das letras, cantor e compositor é muito conhecido na região.
A banda Host é original da cidade de Pouso Alegre - MG, toca um pop rock de alta qualidade.
A banda Choko Freaks é original de São Paulo, mas em 2015, arrumou todas as suas coisas e foi de mala e cuia para a cidade de São Thomé das letras, até então já tinha um público formado na capital paulista, mas nos últimos dois anos tem se apresentado por praticamente toda a região, além de realizar shows nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.
A banda Candeia de Reggae é a mais denominada dentro do mundo Roots.
Fernandes - MPB - Rock, com três discos lançados e com público crescente e músicas tocadas por algumas emissoras de rádio do Brasil como é o caso das baladas "Marcas" e "Cotidiano e Queda"
Serão 8 horas ininterruptas de música para um público bem eclético.
Festival Johnny Rock
Onde: São Thomé das Letras -MG
Quando: 30/06/2018 - Sábado - 20:00h
FM
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Sessão - Filme nacional - Estômago
Um exemplo de filme brasileiro de qualidade é Estômago, dirigido pelo diretor curitibano Marcos Jorge, o drama se passa na cidade de Curitiba, envolve gastronomia, sexo e crime, uma junção bombástica que conta a história de um nordestino que migra para o sul do Brasil, contratado para ser faxineiro de um bar, logo descobre que possui talento para a cozinha, com suas coxinhas transforma o bar em um grande sucesso, logo o dono de um famoso restaurante o contrata como assistente de cozinheiro. Raimundo logo se destaca e descobre o mundo maravilhoso da cozinha italiana e passa a ter uma vida melhor, com melhores roupas e relacionamentos em que se envolve com a prostituta Iria (Fabíula Nascimento). Envolvido pelo amor de Iria, Raimundo comete um crime e vai parar na prisão, onde com seus dotes culinários com o passar do tempo vai dominando o ambiente.
Mas a surpresa o diretor guarda para o final, ou seja, o crime com requintes de crueldade.
Estômago
Diretor - Marcos jorge
Com - João Miguel, Babu Santana, Fabíula nascimento, Paulo Miklos, Carlo Briani e Jean Pierre Noher.
Duração - 1,52 min.
Nacionalidade - Brasil/Itália.
Downtown Filmes
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Festival de Música em Minas Gerais
Mais um festival de música acontecerá em Minas Gerais, será o Johnny Rock, que se realizará em 30/06/2018.
Esse festival terá várias atrações em termos musicais, desde rock n' roll até a música de DJs, a festa será na casa de shows Bar do Johnny em São Thomé das Letras - MG.
Por enquanto os organizadores colocarão preços promocionais, preços esses que serão divulgados ainda este mês juntamente com os locais que possam ser adquiridos.
Esse festival terá várias atrações em termos musicais, desde rock n' roll até a música de DJs, a festa será na casa de shows Bar do Johnny em São Thomé das Letras - MG.
Por enquanto os organizadores colocarão preços promocionais, preços esses que serão divulgados ainda este mês juntamente com os locais que possam ser adquiridos.
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Editorial - A luta pela arte
Depois de 25 anos de estrada, quatro álbuns lançados, dois filhos, um casamento desfeito e uma hipertensão, o caminho não é menos desafiante, pelo contrário, a luta continua forte e robusta, principalmente nesses tempos homéricos e de pouco entendimento.
Nunca foi fácil a luta pela arte no Brasil de todos os santos, sejam eles da bondade, da maldade ou da corrupção, principalmente em se tratando de jabá que torna-se cada vez mais visível quando há rumores de que o dinheiro do narcotráfico e da corrupção alaga os "dials" das emissoras de rádio, da televisão e "pasmem" das redes sociais em troca da divulgação dos "artistas" que inundam o ar com obras de conteúdo duvidoso.
Assim, cada vez fica mais difícil a sobrevivência e se sustentar da arte em terras tupiniquins, porque além de artista o indivíduo necessita também ter visão do que está acontecendo na política e na economia e não desistir nunca, tudo em nome da arte.
Nessas duas décadas e meia de labuta, aconteceu todo tipo de dificuldade, desde bares e casas de espetáculo sem infraestrutura, passando pela falta de transporte, falta de apoio e calote.
A resistência é dura e o reconhecimento que demora quase uma eternidade, tanto que no início muita gente ingressa e engrossa as fileiras dos que querem ser artistas, mas com o passar do tempo muitos não resistem e vão rapidamente para outras carreiras.
Muitos criam, mas colocar essa criação em prática é para poucos, pois vivemos em um sistema capitalista em que as cobranças são árduas, porque se tem contas para pagar e as responsabilidades vão surgindo, mas o verdadeiro artista resiste, faz mil coisas para se manter na arte, "se vira" da forma que dá aos trancos e barrancos, faz o possível e o impossível, mas vai em frente (ou não),
Mas estar em um palco, ou ter sua obra reconhecida é muito prazeroso, tem suas compensações, e a estrada sempre trás alegrias sejam elas profissionais ou lúdicas, pois o que dá certo é o que fica.
Mas isso é Brasil, e vamos seguindo, enfrentando os milhões do narcotráfico e da corrupção que paga a divulgação dos pseudos artistas da grande mídia, e assim a luta continua pela vida, pela arte.
Nesses 25 anos de estrada, aqui vai um salve a todos os verdadeiros artistas deste país.
Nunca foi fácil a luta pela arte no Brasil de todos os santos, sejam eles da bondade, da maldade ou da corrupção, principalmente em se tratando de jabá que torna-se cada vez mais visível quando há rumores de que o dinheiro do narcotráfico e da corrupção alaga os "dials" das emissoras de rádio, da televisão e "pasmem" das redes sociais em troca da divulgação dos "artistas" que inundam o ar com obras de conteúdo duvidoso.
Assim, cada vez fica mais difícil a sobrevivência e se sustentar da arte em terras tupiniquins, porque além de artista o indivíduo necessita também ter visão do que está acontecendo na política e na economia e não desistir nunca, tudo em nome da arte.
Nessas duas décadas e meia de labuta, aconteceu todo tipo de dificuldade, desde bares e casas de espetáculo sem infraestrutura, passando pela falta de transporte, falta de apoio e calote.
A resistência é dura e o reconhecimento que demora quase uma eternidade, tanto que no início muita gente ingressa e engrossa as fileiras dos que querem ser artistas, mas com o passar do tempo muitos não resistem e vão rapidamente para outras carreiras.
Muitos criam, mas colocar essa criação em prática é para poucos, pois vivemos em um sistema capitalista em que as cobranças são árduas, porque se tem contas para pagar e as responsabilidades vão surgindo, mas o verdadeiro artista resiste, faz mil coisas para se manter na arte, "se vira" da forma que dá aos trancos e barrancos, faz o possível e o impossível, mas vai em frente (ou não),
Mas estar em um palco, ou ter sua obra reconhecida é muito prazeroso, tem suas compensações, e a estrada sempre trás alegrias sejam elas profissionais ou lúdicas, pois o que dá certo é o que fica.
Mas isso é Brasil, e vamos seguindo, enfrentando os milhões do narcotráfico e da corrupção que paga a divulgação dos pseudos artistas da grande mídia, e assim a luta continua pela vida, pela arte.
Nesses 25 anos de estrada, aqui vai um salve a todos os verdadeiros artistas deste país.
segunda-feira, 19 de março de 2018
Rua do Triunfo - Resistência do Cinema Nacional
Realizado no período que vai do final da década de 1990 até fins da década de 1980, o cinema da "Boca do Lixo" (região que é delimitada pelas ruas Do Triunfo, Aurora e Mauá - no bairro da Luz, na cidade de São Paulo).
Marcado como cinema da resistência, pois, nessa época havia a censura do governo militar sobre toda a produção cultural do país. A Boca tinha como principal via a Rua do Triunfo, onde ficava o famoso Bar Soberano, de onde surgiram muitas das ideias depois transformadas em filmes.
A partir de 1954, o fechamento da Companhia Vera Cruz cinematográfica, muitos profissionais do audiovisual migraram para a Boca. Com o tempo esse pessoal passou a ser visto como marginal pela fama de prostituição e banditismo da região, o que na verdade se tornou um preconceito.
Não à toa a Boca do Lixo está associada ao que conhecemos como cinema marginal, feito sem recursos mas com muita criatividade e ousadia.
Os grandes nomes associados ao cinema da Boca são David Cardoso e Tony Vieira que atuavam como atores e diretores, outros nomes como Cláudio Cunha, Alfredo Sternheim, Ozualdo Candeias, Geraldo Vietre e Ody Fraga, Jean Garret, Adriano Stuart, Antonio Meliandre, Carlos Coimbra, Fauze Mansur, José Miziara e Osvaldo de Oliveira.
No início, os filmes produzidos na Boca tinham conteúdos mais políticos, mas com o passar do tempo a popularização da filmografia, o conteúdo das produções foi dando lugar ao erotismo, pois, os produtores perceberam que a nudez e o sexo eram os elementos em comum entre seus filmes de maior bilheteria.
Alguns nomes transcenderam a Boca e ganharam respeito dos críticos, como "autores" muito em função de realizarem filmes acima da média, é o caso de José Mojica Martins, Carlos Reinchenbach e Rogério Sganzerla, entre outros. Também os produtores Oswaldo Massaini (Cinedistri), Antonio Polo Galante e Slfredo Palácios.
Mas o cinema da Boca nada seria sem suas atrizes, Aldine Muller, Neide Ribeiro, Helena Ramos, Nicole Puzzi, Claudete Joubert, Matilde Mastrangi, Zilda Mayo, Débora Muniz, Vera Fischer, Sandra Bréa, entre outras.
Marcado como cinema da resistência, pois, nessa época havia a censura do governo militar sobre toda a produção cultural do país. A Boca tinha como principal via a Rua do Triunfo, onde ficava o famoso Bar Soberano, de onde surgiram muitas das ideias depois transformadas em filmes.
A partir de 1954, o fechamento da Companhia Vera Cruz cinematográfica, muitos profissionais do audiovisual migraram para a Boca. Com o tempo esse pessoal passou a ser visto como marginal pela fama de prostituição e banditismo da região, o que na verdade se tornou um preconceito.
Não à toa a Boca do Lixo está associada ao que conhecemos como cinema marginal, feito sem recursos mas com muita criatividade e ousadia.
Os grandes nomes associados ao cinema da Boca são David Cardoso e Tony Vieira que atuavam como atores e diretores, outros nomes como Cláudio Cunha, Alfredo Sternheim, Ozualdo Candeias, Geraldo Vietre e Ody Fraga, Jean Garret, Adriano Stuart, Antonio Meliandre, Carlos Coimbra, Fauze Mansur, José Miziara e Osvaldo de Oliveira.
No início, os filmes produzidos na Boca tinham conteúdos mais políticos, mas com o passar do tempo a popularização da filmografia, o conteúdo das produções foi dando lugar ao erotismo, pois, os produtores perceberam que a nudez e o sexo eram os elementos em comum entre seus filmes de maior bilheteria.
Alguns nomes transcenderam a Boca e ganharam respeito dos críticos, como "autores" muito em função de realizarem filmes acima da média, é o caso de José Mojica Martins, Carlos Reinchenbach e Rogério Sganzerla, entre outros. Também os produtores Oswaldo Massaini (Cinedistri), Antonio Polo Galante e Slfredo Palácios.
Mas o cinema da Boca nada seria sem suas atrizes, Aldine Muller, Neide Ribeiro, Helena Ramos, Nicole Puzzi, Claudete Joubert, Matilde Mastrangi, Zilda Mayo, Débora Muniz, Vera Fischer, Sandra Bréa, entre outras.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Grandes Nomes - Chico Buarque de Holanda
Chico Buarque de Holanda, nasceu em 1944, músico e escritor, em 1963 participa do musical "Balanço do Orfeu"em São Paulo com a canção "Tem Mais Samba" que segundo o próprio autor foi o ponto de partida de sua carreira artística. Em 1964, apresenta-se no programa "O Fino da Bossa" comandado pelos artistas Elis Regina e Adoniram Barbosa. No ano seguinte lança seu primeiro disco compacto, com as músicas "Pedro Pedreiro" e "Sonho de um Carnaval" compõe também as músicas de "Morte e vida Severina" para o poema homônomo de João Cabral de Mello Neto. Em 1966 vence o Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, neste mesmo ano casa-se com a atriz Marieta Severo.
Em 1967, Chico Buarque lança seu segundo LP - "Chico Buarque de Holanda V.2. Em parceria com Tom Jobim, vence o Festival Internacional da Canção em 1968.
Em 1969 participa da passeata dos 100 mil contra a repressão do governo militar brasileiro. Foi preso e exilado na Itália, só retornando em 1970. Sua música "Apesar de Você" é censurada e recolhida das lojas. Escreveu a peça "Gota D'água que com a qual venceu o "Prêmio Molière". escreve a música "Vai Trabalhar Vagabundo" para o filme do mesmo nome estrelado por Hugo Carvana.
Em 1994, lança a música "Paratodos" sobre a diversidade cultural brasileira.
Em 2005, lança a caixa de cds "Chico Buarque Especial".
Em 2011 inicia sua turnê nacional.
Ausente dos palcos desde 2012, inicia por Belo Horizonte a turnê nacional "Caravanas" - Título de seu último álbum, lançado em agosto de 2017 pela gravador Biscoito Fino.
https://www.youtube.com/watch?v=FB4IaqWITB8
http://www.chicobuarque.com.br/
Em 1967, Chico Buarque lança seu segundo LP - "Chico Buarque de Holanda V.2. Em parceria com Tom Jobim, vence o Festival Internacional da Canção em 1968.
Em 1969 participa da passeata dos 100 mil contra a repressão do governo militar brasileiro. Foi preso e exilado na Itália, só retornando em 1970. Sua música "Apesar de Você" é censurada e recolhida das lojas. Escreveu a peça "Gota D'água que com a qual venceu o "Prêmio Molière". escreve a música "Vai Trabalhar Vagabundo" para o filme do mesmo nome estrelado por Hugo Carvana.
Em 1994, lança a música "Paratodos" sobre a diversidade cultural brasileira.
Em 2005, lança a caixa de cds "Chico Buarque Especial".
Em 2011 inicia sua turnê nacional.
Ausente dos palcos desde 2012, inicia por Belo Horizonte a turnê nacional "Caravanas" - Título de seu último álbum, lançado em agosto de 2017 pela gravador Biscoito Fino.
https://www.youtube.com/watch?v=FB4IaqWITB8
http://www.chicobuarque.com.br/
FM
2018
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Denúncia - O falso sucesso dos grandes artistas da grande mídia
Em denúncia o portal G1 alerta que artistas muito tocados na grande mídia ou com muitos plays no Youtube ou Spotfy, entre outros usam de artifícios para ganharem a guerra da audiência que é muito importante principalmente para os artistas da grande mídia. O falso sucesso é conquistado através de compra de plays de empresas criadas para gerar a falsa audiência. Existem vários preços e vários serviços que o artista pode adquirir conforme seu poder aquisitivo.
Sendo assim, amigos, quem acredita na maioria dos artistas tocados na grande mídia está comprando gato por lebre, jesus por Genésio e assim por diante, portanto, não é apenas na política brasileira que existe corrupção, os artistas da grande mídia também são corruptos, ou seja, tão pilantras quanto qualquer político sujo, no estilo bonitinhos, produzidos, parecidos e ordinários.
Sendo assim, se o artista obtiver milhões de plays ou visualizações, desconfie.
Veja reportagem do G1
https://g1.globo.com/musica/noticia/sucesso-fake-musicos-fraudam-numeros-de-streaming-usando-robos-e-jaba-20.ghtml
Sendo assim, amigos, quem acredita na maioria dos artistas tocados na grande mídia está comprando gato por lebre, jesus por Genésio e assim por diante, portanto, não é apenas na política brasileira que existe corrupção, os artistas da grande mídia também são corruptos, ou seja, tão pilantras quanto qualquer político sujo, no estilo bonitinhos, produzidos, parecidos e ordinários.
Sendo assim, se o artista obtiver milhões de plays ou visualizações, desconfie.
Veja reportagem do G1
https://g1.globo.com/musica/noticia/sucesso-fake-musicos-fraudam-numeros-de-streaming-usando-robos-e-jaba-20.ghtml
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